Não importa se ele está em uma salinha escorado em cima de um móvel qualquer ou em um Data Center com sofisticado sistema de climatização, em algum lugar dentro de uma empresa você vai encontrar um servidor.

Independente do tamanho da sua infraestrutura, manter um servidor físico esta relacionado à uma série de custos como: Energia Elétrica, condicionamento dos equipamentos em racks adequados para este fim, garantia com pronta reposição de componentes em caso de falhas e por aí vai.

Fato é que manter tudo isso custa caro e grande parte das empresas não tem capacidade de investir e manter uma infraestrutura desse porte de maneira adequada.

Aí nós encontramos esse cenário do servidor em cima do móvel que eu comentei no início do texto.

Neste artigo eu vou abordar 3 modelos de serviços em nuvem amplamente comercializados e como cada um deles pode te ajudar a minimizar custos e manter a qualidade na entrega dos serviços para seus clientes, sejam eles internos ou externos..

IaaS – Infrastructure as a Service

Aqui você paga pelo acesso aos recursos, conforme suas necessidades, para que você suba máquinas virtuais, bancos de dados e o que mais for necessário para trazer sua infraestrutura para nuvem, altamente disponível, operando em cima do harware localizado nos datacenters de provedores como o Microsoft Azure, AWS ou Google Cloud.

Da sua ponta, além do conhecimento e a verba pra custear isso tudo, você só vai precisar de um link de internet e os equipamentos de rede para montar sua comunicação interna.

Com este modelo, se a empresa tem uma capacidade reduzida de investimento, ela troca o aporte inicial que é necessário para subir uma infraestrutura física pelo pagamento mensal do que utilizar no provedor.

É você ter sua infraestrutura e pagar como um serviço.

Leitura indicada: https://azure.microsoft.com/pt-br/offers/ms-azr-0003p/

SaaS – Software as a Service

Este é um dos modelos mais utilizados.

Office365 e GSuite são exemplos de plataformas comercializadas como Software as a Service .

Para manter o acesso e utilização destas ferramentas é necessário o aporte de pagamentos mensais, de acordo com o pacote contratado.

Com alguns cliques você coloca no ar o serviço de correio eletrônico corporativo com gestão centralizada, controles e cotas de utilização, sem a necessidade de ter servidores parrudos e atribuir limites rigídos para que as mailboxes não “estorem” o espaço disponível de armazenamento.

O mesmo modelo se aplica para CRM, ERP e outros sistemas mais complexos que nos dias que seguem esse modelo de compartilhamento recursos, e você paga pela quantidade de contas que precisame ter acesso ao software.
Você tem acesso a todas as funcionalidades de uma aplicação, sem precisar lidar com servidores e todo o resto.

PaaS – Platform as a Service

Interesssante para o público desenvolvedor, neste modelo o cliente tem literalmente acesso a uma plataforma de desenvolvimento na nuvem.

Você paga pelo pacote servidor de aplicação + banco de dados, por exemplo, e o provedor faz todo o trabalho de configuração pra você.

Você tem mais controle sobre a plataforma e aplicação do que no SaaS e sem precisar lidar com a complexidade de gerenciar um IaaS.

É o meio termo.

Leitura complementar: https://apprenda.com/white-papers/private-paas-enables-the-hybrid-cloud-era/?utm_source=library&utm_medium=post&utm_term=gartner-paas&utm_campaign=private-paas-hybrid-wp (conteúdo em inglês).

Conclusão

No final das contas, você já utiliza algum destes modelos de uma forma ou de outra.
A computação em nuvem simplifica o deploy de infraestrutura e sistemas com muita facilidade.

O modelo de infraestrutura on-premises é muito utilizado e continuará sendo por muitos anos, mas te convido a prestar um pouco de atenção e veja se o que foi exposto acima, de alguma maneira, não te atenderia em algum demanda que você pode ter deixado de lado por falta de verba.

Esse é o ponto.

Considere a nuvem e conclua os seus projetos.

Referência:

Imagem por: Cloud computing concept | Free vector by Free Vector